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Registo Zootécnico/
Livro Genealógico

Em 1981 a Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho (DRAEDM) em colaboração com a Direcção Geral de Pecuária (DGP) inicia o Registo Zootécnico. Em 1993 a gestão deste Registo passa a ser da responsabilidade da Associação do Minho dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã (AMIBA). Este Registo está na base de diversas acções cujo objectivo é preservar e melhorar a Raça Barrosã. Uma dessas acções foi a instituição de prémios a atribuir aos produtores, pelo nascimento de vitelos filhos de pais incritos no Registo, e pela recria de novilhas. Também foram instituídos prémios para os donos de postos de cobrição natural, pelo registo de vitelos.

Como se pode verificar nos gráficos apresentados, tem havido uma adesão crescente dos criadores ao registo dos seus efectivos. O número de registos cresceu bastante a partir de 1992. Nesse ano foi aprovada a Medida II - C do programa português de aplicação do regulamento (CEE) nº 2078/92 (Medidas Agro-Ambientais - Medida 18), que instituiu um prémio anual por fêmea adulta que seja mantida em linha pura durante 5 anos. O número de registos atingiu o pico máximo em 1999, mas desde 1997 existe uma boa estabilidade dos efectivos, sinal de que os objectivos de preservação e melhoramento perseguidos pela AMIBA estão no bom caminho. Na secção Desenvolvimento e Melhoramento descrevem-se os vários prémios que foram instituídos desde 1976 para proteger a Raça Barrosã.


Número de vitelos registados desde 1981

 

Número de touros registados desde 1981

 

Número de vitelos registados por mês no ano 2000

 

Outra medida destinada à preservação e melhoramento da Raça Barrosã, que envolve o Registo Zootécnico, foi tomada em 1992. Nesse ano iniciou-se a Inseminação Artificial com sémen colhido nos melhores reprodutores com genealogias já bem conhecidas. Actualmente inseminam-se mais de 2500 fêmeas por ano. Os touros são recriados e testados no Centro de Experimentação e Produção Animal da DRAEDM.


Número de inseminações por concelho em 2000


Cada animal é registado à nascença no Livro de Nascimentos, sendo identificado com duas marcas auriculares, uma em cada orelha, com o mesmo número, pertencente ao Serviço Nacional de Identificação e Registo de Bovinos (SNIRB). Esta identificação é completada com a colheita de material para se traçar o perfil genético ADN, que servirá também para atestar a sua genealogia, e a traçabilidade da carne.





          


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